O potencial tecnológico dos países é fator principal na competição econômica internacional. Sendo assim quanto mais integrados os países estiverem, mais produtividade e lucratividade as empresas da região terão. Outro fator decisivo na competitividade no mercado global é o diferencial entre custos de produção no local da fabricação e os preços do mercado de destino.
É preciso unir tecnologia, com administração e custos mais baixos que os da concorrência, para alcançar lucro.
O governo deve promover o desenvolvimento da tecnologia e dos recursos humanos para que as empresas possam crescer e expandir.
Existe uma grande interdependência das relações comerciais e econômicas entre os países. Não existe uma regularidade na economia global, o que ocasiona uma relação de dependência muito grande.
O desenvolvimento traz uma melhoria nos padrões de vida, no sistema de produção e aumento de competitividade na economia mundial. Em contrapartida existem no mundo muita pobreza e sofrimento humano e as previsões, não são animadoras.
A forma da economia global apresenta um mundo assimétrico interdependente, organizado em torno de três regiões econômicas principais (Europa, América do Norte e região do Pacífico) num eixo de oposição entre áreas prósperas produtivas e ricas em informação e áreas empobrecidas sem valor econômico e atingidas pela exclusão social.
“A natureza das inovações tecnológicas e organizacionais juntamente com o reduzido crescimento econômico – próprio de uma fase do capitalismo caracterizada pela mais absoluta hegemonia do capital financeiro e por decorrência, de sua lógica de funcionamento – determinam a existência de elevadas taxas de desemprego e a ampla disseminação de um processo de precarização do trabalho.
Apesar das inovações tecnológicas, o crescimento econômico estar sendo reduzido. Ocorrendo um índice alto de desemprego e ocasionando trabalhos autônomos sem registro em carteira, sem direitos para o trabalhador.
“A má administração de alguns setores da sociedade demonstra a triste decadência do país onde se visa melhorias em partes, e esquece-se dos trabalhadores”.
sexta-feira, 14 de maio de 2010
ANÁLISES DAS CONSEQÜÊNCIAS DA GLOBALIZAÇAO E A CRISE NA ADMINISTRAÇÃO
As dimensões problemáticas da globalização trazem um lado devastador no que diz respeito aos problemas sociais e degradação do meio ambiente. A procura desenfreada por bens e serviços leva as indústrias à produção em larga escala o que conseqüentemente levam a poluírem mais, lançando na atmosfera gases tóxicos que provocam profundas mudanças climáticas.
Em relação à administração que é uma área que está diretamente ligada a negócios e que sofre influências dos fatos da atualidade, é preciso atenção, já que se as empresas não estiverem dentro de um quadro estável e propício, como o mercado abrirá as portas para este profissional?
A política de redução de custos adotada por muitas empresas e diante dos avanços tecnológicos provocou uma redução de mão de obra levando ao profissional de administração a aperfeiçoar-se visando o seu ingresso nesse mercado competitivo.
A crise mundial afeta as relações entre países, cidades e estados provocando um efeito em cadeia dos fatos que ocorrem na atualidade.
Ocorrendo uma “quebra” no sistema econômico-financeiro, significa que a crise se instalou, o que leva a falência das instituições e dos bancos. Com o rompimento do sistema bancário, as organizações não conseguem crédito para manter-se no mercado e fecham suas portas, aumentando o índice de desemprego. Nesse cenário de caos, com o sistema falido e decadente não existe campo de atuação para o administrador. O mundo vive uma crise de largas proporções provocada pela ganância do capitalismo financeiro, onde o que importa é somente o lucro.
Em relação à administração que é uma área que está diretamente ligada a negócios e que sofre influências dos fatos da atualidade, é preciso atenção, já que se as empresas não estiverem dentro de um quadro estável e propício, como o mercado abrirá as portas para este profissional?
A política de redução de custos adotada por muitas empresas e diante dos avanços tecnológicos provocou uma redução de mão de obra levando ao profissional de administração a aperfeiçoar-se visando o seu ingresso nesse mercado competitivo.
A crise mundial afeta as relações entre países, cidades e estados provocando um efeito em cadeia dos fatos que ocorrem na atualidade.
Ocorrendo uma “quebra” no sistema econômico-financeiro, significa que a crise se instalou, o que leva a falência das instituições e dos bancos. Com o rompimento do sistema bancário, as organizações não conseguem crédito para manter-se no mercado e fecham suas portas, aumentando o índice de desemprego. Nesse cenário de caos, com o sistema falido e decadente não existe campo de atuação para o administrador. O mundo vive uma crise de largas proporções provocada pela ganância do capitalismo financeiro, onde o que importa é somente o lucro.
CONCLUSÃO
6.
O atual processo de globalização nada mais é do que a recente fase da expansão capitalista. A expansão do capitalismo trouxe também um ponto negativo para a fatia da sociedade: as desigualdades sociais. Como sobreviver a um sistema totalmente capitalista, se a sociedade se divide entre os que têm e os que não têm capital. Uma saída muito criativa é o que se vê nos bens especialmente no Brasil que é o comercio informal. Muitas pessoas desempregadas buscam esse meio de sobrevivência, muitas vezes ilegal, para conseguir e ir em frente a sua eterna luta diária. A divisão internacional do trabalho (exploração de mão de obra) em que se trabalha muito e se ganha pouco tornando essa classe marginalizada.
A globalização traçou um novo cenário, em que as concepções de emprego mudaram, seguindo a necessidade de qualificação para enfrentar as exigências do mercado de trabalho, que por sua vez são cada vez maiores, por causa da competitividade e da reestruturação produtiva.
Enfim, o assunto é de suma importância para o curso de administração, pois, é uma temática bastante abrangente, englobando economia, finanças, política, questões sociais e ambientais, tecnologia entre outras. Que vão dar suporte ao trabalho do administrador, permitindo que esteja sempre atualizado, para aplicar o conhecimento no exercício de sua profissão. Procurando ser focado no que faz, e o mais importante traçar boas estratégias.
O atual processo de globalização nada mais é do que a recente fase da expansão capitalista. A expansão do capitalismo trouxe também um ponto negativo para a fatia da sociedade: as desigualdades sociais. Como sobreviver a um sistema totalmente capitalista, se a sociedade se divide entre os que têm e os que não têm capital. Uma saída muito criativa é o que se vê nos bens especialmente no Brasil que é o comercio informal. Muitas pessoas desempregadas buscam esse meio de sobrevivência, muitas vezes ilegal, para conseguir e ir em frente a sua eterna luta diária. A divisão internacional do trabalho (exploração de mão de obra) em que se trabalha muito e se ganha pouco tornando essa classe marginalizada.
A globalização traçou um novo cenário, em que as concepções de emprego mudaram, seguindo a necessidade de qualificação para enfrentar as exigências do mercado de trabalho, que por sua vez são cada vez maiores, por causa da competitividade e da reestruturação produtiva.
Enfim, o assunto é de suma importância para o curso de administração, pois, é uma temática bastante abrangente, englobando economia, finanças, política, questões sociais e ambientais, tecnologia entre outras. Que vão dar suporte ao trabalho do administrador, permitindo que esteja sempre atualizado, para aplicar o conhecimento no exercício de sua profissão. Procurando ser focado no que faz, e o mais importante traçar boas estratégias.
REFERÊNCIAS
ARRUDA, José Jobson de A. História Moderna e Contemporânea. Editora Ática. 179.
CACCIAMALI, Maria Cristina. Desgaste na população laboral e ajustamento do mercado brasileiro nos anos 90. IN – Abertura e ajuste do mercado de trabalho no Brasil políticas para conciliar os desafios de emprego e competitividade. Brasília: OITEMTE; São Paulo: Ed. 34, 1999. Pag. 207-230.
CHIAVENATO, Idalberto. Recrutamento de Pessoas. IN – Gestão de Pessoas: o novo papel dos recursos humanos nas organizações. Rio de Janeiro. Campus, 1999. Cap. 4. Pag. 81-103.
CASTELLS, Manuel. A sociedade em Rede. São Paulo: Paz e Terra, 2001.
SANTOS, Milton. Território e sociedade – entrevista com Milton Santos. São Paulo: Francisco Perseu Abramo, 2001.
SENI, Eustáquio de. Geografia Geral do Brasil. Editora Scipione. 1999
Mundo do Marketing. www.mundodomarketing.com.br
Portal Exame. www.portalexame.abril.com.br/revista/exame
Portal G1. HTTP://g1.globo.com/jornaldaglobo
www.vestibular1.com.br
http://veja.abril.com.br/idade/exclusivo/perguntas_respostas/crise_bolsas/index.shtml
http://www.socialismo.org.br/portal/economia-e-infra-estrutura/101-artigo/642-os-efeitos-da-crise-mundial-na-economia-brasileira
http://www.socialismo.org.br/portal/economia-e-infra-estrutura/101-artigo/642-os-efeitos-da-crise-mundial-na-economia-brasileira
http://www.gtehc.pro.br
www.toyota.com.br
www.bosch.com.br
CACCIAMALI, Maria Cristina. Desgaste na população laboral e ajustamento do mercado brasileiro nos anos 90. IN – Abertura e ajuste do mercado de trabalho no Brasil políticas para conciliar os desafios de emprego e competitividade. Brasília: OITEMTE; São Paulo: Ed. 34, 1999. Pag. 207-230.
CHIAVENATO, Idalberto. Recrutamento de Pessoas. IN – Gestão de Pessoas: o novo papel dos recursos humanos nas organizações. Rio de Janeiro. Campus, 1999. Cap. 4. Pag. 81-103.
CASTELLS, Manuel. A sociedade em Rede. São Paulo: Paz e Terra, 2001.
SANTOS, Milton. Território e sociedade – entrevista com Milton Santos. São Paulo: Francisco Perseu Abramo, 2001.
SENI, Eustáquio de. Geografia Geral do Brasil. Editora Scipione. 1999
Mundo do Marketing. www.mundodomarketing.com.br
Portal Exame. www.portalexame.abril.com.br/revista/exame
Portal G1. HTTP://g1.globo.com/jornaldaglobo
www.vestibular1.com.br
http://veja.abril.com.br/idade/exclusivo/perguntas_respostas/crise_bolsas/index.shtml
http://www.socialismo.org.br/portal/economia-e-infra-estrutura/101-artigo/642-os-efeitos-da-crise-mundial-na-economia-brasileira
http://www.socialismo.org.br/portal/economia-e-infra-estrutura/101-artigo/642-os-efeitos-da-crise-mundial-na-economia-brasileira
http://www.gtehc.pro.br
www.toyota.com.br
www.bosch.com.br
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
Fundação Carolina oferece bolsas na Espanha

Inscrições vão até 1º de março
São Paulo – A Fundação Carolina anunciou a abertura de processo seletivo para 1.645 bolsas para estudantes de países ibero-americanos interessados em cursar pós-graduação na Espanha. As inscrições, na maior parte dos casos, estarão abertas até o dia 1º de março.
A iniciativa do governo espanhol oferece auxílio financeiro que varia de acordo com cada modalidade. As bolsas são voltadas para praticamente todas as áreas do conhecimento.
Exclusivas - Das 1.645 bolsas, 1.092 são para estudos de pós-graduação, 248 para doutorado ou pesquisas de curta duração e 252 para a formação permanente. Essa última modalidade é direcionada exclusivamente a latino-americanos e espanhóis.
O processo seletivo consiste em análise de currículo e entrevistas pessoais. As avaliações serão feitas por uma comissão julgadora, composta por integrantes da Fundação Carolina e das universidades que oferecem os cursos.
São quatro os programas de estímulo à formação da Fundação Carolina: Bolsas de Pós-Graduação, Bolsas para Doutorado e Pesquisas de Curta Duração, Bolsas de Formação Permanente e Auxílios para Pesquisa.
São Paulo – A Fundação Carolina anunciou a abertura de processo seletivo para 1.645 bolsas para estudantes de países ibero-americanos interessados em cursar pós-graduação na Espanha. As inscrições, na maior parte dos casos, estarão abertas até o dia 1º de março.
A iniciativa do governo espanhol oferece auxílio financeiro que varia de acordo com cada modalidade. As bolsas são voltadas para praticamente todas as áreas do conhecimento.
Exclusivas - Das 1.645 bolsas, 1.092 são para estudos de pós-graduação, 248 para doutorado ou pesquisas de curta duração e 252 para a formação permanente. Essa última modalidade é direcionada exclusivamente a latino-americanos e espanhóis.
O processo seletivo consiste em análise de currículo e entrevistas pessoais. As avaliações serão feitas por uma comissão julgadora, composta por integrantes da Fundação Carolina e das universidades que oferecem os cursos.
São quatro os programas de estímulo à formação da Fundação Carolina: Bolsas de Pós-Graduação, Bolsas para Doutorado e Pesquisas de Curta Duração, Bolsas de Formação Permanente e Auxílios para Pesquisa.
informações: http://ow.ly/TBNS
Perspectiva salarial para 2010 é positiva, dizem consultores

Remuneração média de 2009 sobreviveu à crise internacional
A remuneração média dos executivos em 2009 não sofreu tanto com a crise quanto eram as expectativas e previsões no final de 2008.
Segundo a Pesquisa de Remuneração Total, realizada pela Watson Wyatt, os aumentos salariais foram superiores à inflação, os bônus pagos ficaram próximos à meta e todas as políticas de benefícios foram mantidas.
Para Christian Mattos, responsável pela pesquisa, apenas um sexto dos executivos não tiveram nenhum tipo de reajuste, ou seja, sua remuneração ficou congelada.
Congelado - “Muito disso foi uma determinação global, orientada pela matriz. Não foi por baixa performance dos profissionais. Os aumentos que ocorreram ficaram na média de 8,3% contra uma inflação de 4,5%”, explica.
Segundo Mattos, os outros cinco sextos tiveram algum aumento, ainda que tenha sido por meio de acordo coletivo ou por política de mérito.
Marcelo Ferrari, diretor de desenvolvimento de negócios da Mercer, diz que a crise afetou principalmente o primeiro trimestre de 2009, mas foi a minoria das empresas que sofreu algum tipo de abalo.
Bônus - Exemplo disso foi o pagamento de bônus que ocorreu em 96,2% das companhias, segundo a Watson. Os executivos que não o receberam somam apenas 4,9%. A pesquisa ouviu 234 empresas nacionais e multinacionais de diversos segmentos.
Para Ferrari, a maioria dos segmentos, como a indústria farmacêutica, setor de telecomunicações e de bens de consumo, não tiveram crise.
A AstraZeneca, por exemplo, foi uma farmacêutica que manteve todos os benefícios, inclusive os diferenciados, como o plano de saúde sem ônus para o funcionário, além de previdência privada e de pagamento de bônus para todos.
Otimismo - “A perspectiva para 2010 é muito boa. Acho que será como 2008, quando os salários ficaram acima da inflação e os bônus tiveram patamares recordes”, estima Ferrari.
Christian Mattos também está otimista em relação a este ano. Os motivos, diz, são os sinais de aquecimento da economia e a demanda por profissionais. “Além disso, como muitas empresas ficaram com os salários congelados, haverá pressão interna para que haja reajuste. Dois anos sem nenhum tipo de aumento impacta diretamente no clima organizacional e na motivação da equipe.”
A remuneração média dos executivos em 2009 não sofreu tanto com a crise quanto eram as expectativas e previsões no final de 2008.
Segundo a Pesquisa de Remuneração Total, realizada pela Watson Wyatt, os aumentos salariais foram superiores à inflação, os bônus pagos ficaram próximos à meta e todas as políticas de benefícios foram mantidas.
Para Christian Mattos, responsável pela pesquisa, apenas um sexto dos executivos não tiveram nenhum tipo de reajuste, ou seja, sua remuneração ficou congelada.
Congelado - “Muito disso foi uma determinação global, orientada pela matriz. Não foi por baixa performance dos profissionais. Os aumentos que ocorreram ficaram na média de 8,3% contra uma inflação de 4,5%”, explica.
Segundo Mattos, os outros cinco sextos tiveram algum aumento, ainda que tenha sido por meio de acordo coletivo ou por política de mérito.
Marcelo Ferrari, diretor de desenvolvimento de negócios da Mercer, diz que a crise afetou principalmente o primeiro trimestre de 2009, mas foi a minoria das empresas que sofreu algum tipo de abalo.
Bônus - Exemplo disso foi o pagamento de bônus que ocorreu em 96,2% das companhias, segundo a Watson. Os executivos que não o receberam somam apenas 4,9%. A pesquisa ouviu 234 empresas nacionais e multinacionais de diversos segmentos.
Para Ferrari, a maioria dos segmentos, como a indústria farmacêutica, setor de telecomunicações e de bens de consumo, não tiveram crise.
A AstraZeneca, por exemplo, foi uma farmacêutica que manteve todos os benefícios, inclusive os diferenciados, como o plano de saúde sem ônus para o funcionário, além de previdência privada e de pagamento de bônus para todos.
Otimismo - “A perspectiva para 2010 é muito boa. Acho que será como 2008, quando os salários ficaram acima da inflação e os bônus tiveram patamares recordes”, estima Ferrari.
Christian Mattos também está otimista em relação a este ano. Os motivos, diz, são os sinais de aquecimento da economia e a demanda por profissionais. “Além disso, como muitas empresas ficaram com os salários congelados, haverá pressão interna para que haja reajuste. Dois anos sem nenhum tipo de aumento impacta diretamente no clima organizacional e na motivação da equipe.”
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
Feliz 2010

O nosso caminho é feitoPelos nossos próprios passos...Mas a beleza da caminhada...Depende dos que vão conosco!Assim, neste NOVO ANO que se iniciaPossamos caminhar mais e mais juntos...Em busca de um mundo melhor, cheio de PAZ,SAUDE, COMPREENSÃO e MUITO AMOR.O ano se finda e tão logo o outro se inicia...E neste ciclo do "ir" e "vir"O tempo passa... e como passa!Os anos se esvaem...E nem sempre estamos atentos ao queRealmente importa.Deixe a vida fluirE perceba entre tantas exigências do cotidiano...O que é indispensável para você!Ponha de lado o passado e até mesmo o presente!E crie uma nova vida... um novo dia...Um novo ano que ora se inicia!Crie um novo quadro para você!Crie, parte por parte... em sua mente...Até que tenha um quadro perfeito para o futuro...Que está logo além do presente.E assim dê início a uma nova jornada!Que o levará a uma nova vida, a um novo lar...E aos novos progressos na vida!Você logo verá esta realidade, e assim encontraráA maior Felicidade...e Recompensa...Que o ANO NOVO renova nossas esperanças,E que a estrela crística resplandeça em nossas vidas}E o fulgor dos nossos corações unidos intensifiqueA manifestação de um ANO NOVO repleto de vitórias!E que o resplendor dessa chamaSeja como a tocha Que ilumina nossos caminhosPara a construção de um futuro, repleto de alegrias!E assim tenhamos um mundo melhor!À todos vocês companheiros(as) que temos o mesmo ideal,Amigos(as) que já fazem parte da minha vida,Desejo que as experiências próximas de um ANO NOVOLhes sejam construtivas, saudáveis e harmoniosas.Muita Paz em seu contínuo despertar.
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