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sexta-feira, 10 de maio de 2013

Síntese sobre o documentário " The Corporation" Por Eduardo Henrique


O documentário demonstra o verdadeiro lado das corporações, os quais na maioria das pessoas não sabem e nem imaginam. Através de entrevistas, exemplares e comprovações os produtores do documentário mostraram o verdadeiro comportamento das corporações em relação a sociedade, o seu desprezo quando se relaciona aos seus consumidores. Apenas mostrando os seus benefícios e o quanto são boas, através do utensílio da comunicação e marketing as corporações obtém um grande poder em relação aos consumidores, manipulando-o fazendo com que comprem seus produtos. Através de comercias elas conseguem mudar o pensamento de muitas pessoas, talvez até mesmo prejudicando ambos com seus produtos e apenas pensando no retorno financeiro, ou seja, o lucro que obterão através da venda de seus produtos. As grandes corporações estão cada vez mais dominando o cenário mundial, interferindo na economia e principalmente, influenciando nosso comportamento, afetando a vida de muitas pessoas, não apenas pela exploração da mão de obra alheias (normalmente feita com crianças ou adolescentes que dependem do pequeno salário para sustentar sua família), para obtenção de mais lucro, mas por estarem causando malefícios ao meio ambiente, poluído o ar, rios, extraindo e afetando sem piedade os recursos naturais do planeta. Isso tudo sem que se sintam culpados, pois o lucro é mais importante. 

Por: Eduardo Henrique

Síntese sobre o documentário " The Corporation" Por : Rafael


Assistindo o documentário The Corporation, pude notar o quanto essas regras, leis e valores são reduzidos a nada pelas grandes corporações, onde, o que prevalece é o interesse cada vez maior da obtenção de lucro para seus acionistas e investidores. Somos manipulados por elas para que acreditemos que tudo o que fazem é para o nosso bem estar, nos oferecendo empregos, produtos de qualidade e para a nossa comodidade, deixando claro o que Karl Marx define como Ideologia:
A Corporação é um documentário que analisa a fundo o poder das grandes empresas, das grandes corporações. O filme fala desde o nascimento desse tipo de negócio até o predomínio de suas atividades no mundo atual, refletindo desde a Revolução Industrial até as vitórias legislativas que permitiram que empresas e cientistas chegassem a patentear boa parte da vida natural.
Vivemos em uma sociedade em que, desde o momento em que nascemos nos são condicionadas regras, leis. Aprendemos valores morais, sociais. Passamos o tempo todo, tanto na vida pessoal como profissional, tentando da melhor maneira possível seguir essas regras e leis.

As grandes corporações, por outro lado, também são muito importantes para a sociedade, pois produzem produtos úteis para o cotidiano da população, porém, é preciso que a população se conscientize se realmente os produtos que estão adquirindo são necessários ou apenas as está adquirindo porque foi induzida pelo marketing das empresas vendedoras.
Há um trecho no documentário que fala sobre a propaganda para o público infantil, como fazer delas consumidoras. A propaganda tem grande poder de persuadir as crianças, pois elas são fáceis de convencer a comprar determinados produtos, pois geralmente essas propagandas vem acompanhadas de personagens de desenho animado etc. em outros casos, pais, para ressarcir os filhos, às vezes pela ausência e pouca atenção destinada aos filhos, acabam cedendo e comprando o que os estes pedem: 
A criança é no Brasil, a soberana do lar. Sua participação nas decisões da casa têm sido proporcional ao ‘abandono’ dos pais, abandono este representado pela priorização do trabalho a fim de aumentar a renda familiar, relegando as crianças à televisão. Neste contexto os pais sentem-se obrigados a ressarci-la pelo abandono, cedendo com facilidade aos seus pedidos e desejos, entre eles o de comprar e possuir. A criança opta pelo que quer comer, vestir, usar, e até, no que os adultos devem fazer. Considerando a alta receptividade e facilidade de impacto que proporciona à criança, muitas empresas vêm lançando produtos no mercado... O setor infantil é talvez o segmento que causa maior preocupação em relação aos efeitos publicitários junto à sociedade.
As grandes corporações retratadas no documentário trabalham de forma estratégica, de um lado, explorando mão de obra barata e até infantil e do outro fazendo projetos sociais, como por exemplo: “parte da venda desses produtos será destinado às crianças carentes”, tudo para capturar mais consumidores para seus produtos, e, os consumidores preocupados com o meio ambiente ou com o trabalho infantil provavelmente cairão nessa estratégia.
 Por: Rafael


Síntese sobre o documentário " The Corporation" Por Ananda Gonçalves


O documentário procura mostrar o lado das corporações da qual muitas vezes não conhecemos, através de entrevistas e exemplos. Utilizando várias armas as corporações conseguem fazer uma lavagem cerebral em muitas pessoas, escondendo suas fraudes e mentiradas, e apenas fazendo uma representação do quanto elas são boas, que tudo o que fazem é para o nosso bem estar, nos oferecendo empregos, produtos de qualidade e para a nossa comodidade. Utilizando o marketing elas conseguem fazer com que sua reputação seja totalmente reconhecida como um ótimo negócio, falando o quanto elas são boas. Não ligando para os consumidores a maioria das corporações pensam apenas no lucro, e esquecem até mesmo de suprir as necessidades dos consumidores, em alguns casos prejudicando a saúde de ambos. O documentário trata a corporação como uma família onde todos os membros trabalham pelo melhor, ou seja, pelo lucro dos acionistas.
Há uma passagem interessante do documentário que mostra como as corporações conseguiram evoluir e alcançar um status aceito, utilizando da constituição para intitular-se como pessoa, porém jurídica com todos os atributos de pessoa física, e o que é pior contratam menores de idade em países de mão de obra barata, para a produção de seus bens a custos sem importância alguma e lançam esses produtos em vários lugares do mundo a preços altíssimos e com grande hipocrisia ao retratar em suas propagandas que o seu produto é sustentável e que metade de seus lucros serão doada a crianças carentes ou instituições que dependem de doações. Mas na verdade nem todas são assim a maioria destroem o meio ambiente, destrói aos poucos as nossas vidas com os seus produtos, pensando em apenas uma coisa, lucro.

Por: Ananda Gonçalves

Síntese sobre o documentário "The Corporation" por Pietra Crelick


Perante o documentário “The Corporation ”vimos várias temáticas relacionadas as corporações e grandes empresas da atualidade.Inicialmente o documentário afirmou como todos querem ser bem sucedidos em sua vida profissional e isso pode gerar uma competição doentia entre corporação e a sociedade em si.Diante das empresas a comunicação é fundamental para um bom funcionamento da mesma embora algumas vezes possam não ser tão frequente, assim como nas empresas que adotam o modo vertical de organização onde a responsabilidade da empresa é somente do CEO.A antiga ideologia de corporações é que haviam regras rígidas a serem seguidas, isso pelo patamar que as mesmas eram elevadas pelos consumidores,pertinente a esse pensamento juízes da época aceitaram diante do tribunal afirmações como “A corporação é sim uma pessoa”mesmo com a 14º Emenda.
Toda e qualquer empresa tem metas a atingir,obviamente, todas seguem cegamente essas e mais metas, isso para alcançar uma boa reputação e assim lucrar mais,muitos consumidores são igualmente cegos pelas corporações,Assim é com :A coca-cola,O Mc Donald’s etc.Toda essa alienação no consumismo  e no capital geralmente corrompe as empresas por querer um lucro mais imediato,exercitando assim exploração do trabalho em vários países pobres porem não tem relações duradouras pois a economia do local emerge e juntamente os impostos, logo, a corporação tem que se mudar.
Perante essa necessidade de crescimento algumas empresas começaram a tentar produtos químicos que foram prejudiciais aos animais,e aos consumidores,muitas vezes o governo permite que produtos sejam lançados sem ao menos testa-los corretamente e é por conta dessa impudência que crianças até hoje nascem com deformações.Embora toda a polêmica gerada dos consumidores contra o produtor do material defeituoso corporações como Monsanto são incapazes de sentir culpa pelos estragos.
A legislação também recai sobre empreendimentos porém , nos as desconhecemos  e por isso muitas são deixadas de lado, algumas empresas simplesmente se auto- eliminam de certas leis.Imagine que estejamos em um avião e o mesmo estivesse caindo porém estivesse tão alto que nem percebamos nossa queda, é exatamente o que acontece quando não cuidamos do meio ambiente, nós nos autodestruímos e pior, algumas empresas compram bônus de carbono, mentindo liberar menos quantidade de gases na atmosfera do que  realmente o fazem.A ambição da empresas é tamanha  que geram mortes,exploração de crianças, exploração trabalhista entre outro. Mas quem realmente faz uma corporação são acionistas, funcionários, então esses quem são os culpados , porém, são os mesmos quem podem mudar a empresa.
O marketing predomina até hoje, a manipulação da mídia perante as crianças e consequentemente aos pais reforça o quão o capitalismo está inserido em nossa sociedade, seja por outdoors,televisão,banners entre outros.A necessidade da movimentação do capital é imediata e nem mesmo os consumidores tem chances de ficar isentos de todo esse sistema.

Comentário:
O documentário nos auxiliou diante de situações constantes em empresas e nos mostrou enquanto consumidores a que estamos sujeitos,que grandes empresas nem sempre significa que sejam como consta sua reputação,perante um mundo capitalista tudo vale para uma recompensa, e que muitas vezes ao consumirmos tanto de uma empresa estamos apoiando a mesma em suas decepcionantes ações.Vimos que alguns tem a chance de mudar a realidade de empresas, e que podemos recorrer a estas pessoas para fazê-lo .Aprendemos mais sobre pontos estratégicos do marketing, a verdadeira sustentabilidade de pouquíssimas multinacionais entre outros.

Por: Pietra Crelick